Aqui publicarei fotos dos meus 7 gatos e notícias (somente coisas boas) relacionadas ao mundo dos gatos, esses amados felinos encantadores de gente, como eu e você que adora e acha tudo o que eles fazem uma gracinha. Se alguém souber a autoria desta imagem que ilustra o blog, por favor me avise.


"Eu amo meus gatos porque amo a minha casa e pouco a pouco eles se tornam a alma dela". - Jean Cocteau

domingo, 25 de janeiro de 2015

O Universo Favorece Os Gatos



Gabriel


Os gatos cuidam da nossa família de forma muito carinhosa e, principalmente, da energia do ambiente por onde passam...

Ísis, Sol, Zammis e Samuel

Ísis


Ísis e Sol


...os gatos são muito protegidos pelas energias Divinas e o Universo favorece esse animal para também protegê-lo, por essa razão, as bruxas e os magos possuem esse animal de estimação porque eles realmente protegem qualquer espaço ou recinto...

Samuel

Zammis


Gabriel, Sol e Samuel


Para os curandeiros, na época de Atlântida, os gatos eram usados como uma via natural de cura. Eles faziam muitas visitas em vários locais com a magia dos Cristais, mas existiam lugares que as pessoas não aceitavam o uso dos Cristais porque imaginavam ser algo de magias escuras. Aí, os curandeiros levavam os gatos para ajudarem nessa batalha de cura, purificando, inicialmente, todo o ambiente...


Chance zero para o bicho papão se esconder embaixo de minha cama... rsrsrsss...

Rubi

Rubi e Félix

Félix

Rubi, Félix, Samuel e Zammis

Rubi, Samuel e Zammis

...Os gatos monitoram nossa evolução. Durante sua convivência conosco, eles transmitem informações a dimensões superiores, servindo como radares e transmissores...

Na íntegra aqui Fonte: http://os7gatos.blogspot.com.br/2013/02/gatos-nossos-protetores.html

http://horacosmica.blogspot.com.br/2010/11/gatos-sao-nossos-protetores.html


...Vocês sabiam que os gatos têm uma MISSÃO em nossas vidas? É isso mesmo, pessoal! Eles têm uma missão a cumprir em nosso meio. Atualmente, o número de pessoas que tem gatos está bem maior em relação aos que tem cães.
Texto acima na íntegra aqui Fonte: http://blog.marciafernandes.com.br/?p=6068


domingo, 18 de janeiro de 2015

Gatos revelam mistérios do nosso inconsciente


Zammis

"...O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem..."


Gabriel (Bizinho)

"...O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência..."


Samuel

"...Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir..."


Rubi

"...O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura..."


Félix

"...O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta..."


Sol

"...Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo..."


Ísis

"...O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte..."


Samuel e Zammis

O Gato e a Espiritualidade. Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele" não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluídos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado.

O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas. O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo.

O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo. Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências. O gato é uma chance de interiorização e sabedoria, posta pelo mistério à disposição do homem."

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, -- normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia-- caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, poi ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.

O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. "O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até seu repouso final."

Fonte 1: The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman

Fonte 2: AQUI
Fotos Blog os 7 Gatos


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Mais uma volta em torno do Sol... mais um ano... Feliz 2015!

"Não te envergonhes se, às vezes, animais estejam mais próximos de ti do que pessoas. Eles também são teus irmãos."

(Francisco de Assis)



Brigitte (hóspede)

Zammis

Gabriel

Samuel

Rubi

Félix

Sol

Ísis



Desejamos que as pessoas sejam
mais felizes em 2015




segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Como introduzir um gato novo em minha casa

Brigitte... livre, leve, solta e sujeito a todos os perigos de um gato que vive na rua.









Como é bom ter um bebezinho em casa.

É só alegria. Fez uma semana que está hospedada aqui em casa, e é muito, muito, muitooooo querida. Pela primeira vez na vida recebi beijos de um bebezinho.










Deixo este texto da Dra. Laila Massad Ribas para a futura família humana da Brigitte.

Uma das perguntas mais frequentes que recebo é “como introduzir um gato novo em minha casa?”.

Aqui vão algumas dicas que podem facilitar a convivência:

Um dia antes da chegada do gato novo:

- coloque Feliway difusor na tomada de um cômodo da casa. Esse cômodo será somente do gato novo e o antigo não terá acesso (por enquanto).

Primeiro dia em casa:

- coloque o gato novo dentro do cômodo escolhido fechado com água, comida, caixa de areia, brinquedos e arranhadores;

- deixe o gato preso por alguns dias nesse cômodo, para que ele compreenda que ali será sua nova casa;

- faça visitas constantes ao cômodo, não o deixe completamente sozinho por muitas horas e, quando estiver lá, estimule o gato a brincar com você;

- não deixe o gato antigo entrar no cômodo nessa fase;

Após 3 a 4 dias:

- coloque o gato novo dentro de uma caixa de transporte e apresente-o ao gato antigo fora do cômodo escolhido;

- deixe que eles se cheirem através da grade da caixinha;

- observe atentamente a reação dos dois. Não brigue com ninguém, mesmo se “bufarem”;

- se não demonstrarem agressividade recíproca então experimente abrir a porta da caixinha para que o gato novo saia de lá;

- se demonstrarem agressividade recolha o gato para o cômodo e deixe-o lá por mais alguns dias;

- faça tentativas diárias de aproximação com a caixa de transporte, até que eles se acostumem e parem de bufar ou tentar dar patadas.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

Após os gatos estarem soltos juntos você deve observar atentamente seus comportamentos e separá-los em qualquer sinal de agressividade.

Não grite com os gatos caso isso aconteça, pois eles podem entender o grito como sinal de mais agressividade e piorar o comportamento.

Se quiser, utilize borrifador de água ou faça um barulho sem que eles percebam que é você. Um bom exemplo é colocar pregos dentro de uma lata e balançar longe dos gatos. O barulho pode interromper o início de uma briga.

Mesmo que a convivência esteja boa é recomendado que os gatos possam dormir separados no início, para que você não se surpreenda com brigas durante a noite.

Caso você já tenha introduzido um gato novo e não tenha dado certo a recomendação é que comece do zero, como se fosse o primeiro dia do gato em sua casa.

Por mais que pareça estressante deixar o gato preso dentro de um cômodo, saiba que é mais ainda entrar em uma casa nova, grande e que já tenha um gato lá que deixou todos os tipos de odores territoriais.

Não adianta seguir todas essas dicas se sua casa não está preparada para a morada de um gato. O lar de um felino precisa ser enriquecido com prateleiras, esconderijos e brinquedos para diminuir seu estresse. O gato novo precisa ter lugares para fugir do antigo e vice versa. As prateleiras são excelentes alternativas para essas situações.

Cuidado com janelas e portas, pois a primeira coisa que o gato novo vai fazer é tentar fugir da sua casa.

Existem profissionais que auxiliam na introdução de um gato novo à casa. Não hesite em chamá-los caso suas tentativas estejam frustrantes.

Existem medicações antidepressivas receitadas para gatos agressivos, mas somente um veterinário poderá prescrever e em casos extremos de agressividade não tratada com mudança ambiental.


Nunca medique seu gato sem orientação veterinária.

Fonte e texto na íntegra AQUI


Gabriel e Samuel, meus bebezinhos mostram que dá certo a convivência.



Rubi e Félix também



Sol, Zammis e Félix idem.



Sol e Ísis não vale, pois são irmãs, mas mostra a boa convivência de 12 anos juntas. 



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